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124333923 over 1 year ago

Caro dmfr,
cumprimentos.
Já percorri a Levada N.º 1 e parte dela está funcional e aproveitada.
Por sua vez a parte da Levada N. 2, sul da Avenida Doutor António Fonseca, também já percorri e parte dela, embora ainda bem definida, não está funcional nem utilizada.
Por conseguinte, o troço a norte Avenida Doutor António Fonseca, que se desenvolve num núcleo urbano já muito denso, presumo que também não esteja funcional nem utilizada desde logo porque a montante não está funcional, carecendo de limpeza e manutenção. Terá por isso já troços inutilizados e seguramente não funcionais porque não abastecidos a partir do Caima.

At.te

136870967 over 2 years ago

Agradeço os contactos e as sugestões.
Quando uso essa referência por regra procuro de seguida ajustar em função de bases de ortofotos mesmo reconhecendo que por vezes o ajustamento caba por ficar adiado.
Fiquem à vontade para eventuais ajustamentos e correcções pois o meu lema é de que quem corrige fá-lo sempre num pressuposto de melhorar.
At.te
ML

106831585 over 2 years ago

Hi,
From my knowledge, it will not be so much a tourist attraction as a place with special geological characteristics. But this is also why it is certainly an attraction, especially for hikers.
Thanks!

134482082 almost 3 years ago

AntMadeira,
cumprimentos.

Neste caso em concreto, a Ribeira da Isna é um dos 4 mais importantes afluentes do rio Zêzere (com 52 Km e uma bacia de 304 Km2, apenas superado em comprimento pela ribeira da Sertã, rio Nabão e ribeira da Meimoa, com largura média e caudal, extensão e bacia hidrográfica significativos.
Pessoalmente já a cruzei várias vezes e parece-me que reúne todos os critérios para ser classificada como rio, pelo menos a partir da ribeira de Bostelim, que também é significativa, pelo que creio que fiz a alteração a partir dessa confluência.
Em todo o caso a descrição do critério "rio", creio que já foi mais detalhada ( e deveria ser) e se a memória me não falha, anteriormente referia para cursos com larguras mínimas de 3,00 m, ou que não se pudesse transpôr a pé. Curiosamente na versão actual a descrição é bem mais sintética do que acontece, por exemplo, em relação à classificação "ribeira" e a referência a "rios eestreitos" dá marhem para incluir muitas ribeiras que são nitidamente caudalosas e bem definidas na topografia.
Mas, considerando-me ainda novato, se tiver um entendimento diferente, por favor, agradeço que reponha, com o natural pedido de desculpas. Pode fazê-lo sempre que achar conveniente.Sem qualquer problema.
Abraço!

116251712 over 3 years ago

Eu é que agradeço!

116251712 over 3 years ago

Caro Rui, cumprimentos.
Os traçados dos rios e ribeiras são essencialmente definidos pelo relevo e por conseguinte com o apoio da fotografia aérea. Já quando à designação/nome, sempre que possível procuro fontes na cartografia municipal e cartografia do exército, e mesmo por contactos com entidades locais, embora mesmo entre estas muitas vezes existam divergências. Em todo o caso, considerando que se quer referir à designação do troço do rio Mau, tive em conta a informação geográfica do concelho de Penafiel. Deixo aqui o link do elemento.
Mas, se assim o entender e tiver e melhor fonte, sinta-se à vontade para actualizar. At.te
https://ssaigt.dgterritorio.pt/i/Planta_de_condicionantes_30712_8.jpg

115395429 about 4 years ago

Caro António,
cumprimentos.

Agradeço a correcção. Pode mesmo ter sido por desatenção.
Por vezes para facilitar a introdução de ribeiras coincidentes com os limites uso a função de copiar/colar a fronteira e depois actualizo as etiquetas mas, por desatenção, admito que possa não ter actualizado.

At.te
Américo

99207665 almost 5 years ago

Caro António, agradeço a dica.
De facto a minha ideia era mais o definir a área urbana.
Mas é um ponto de vista válido.
Se puder reverter, não há problema.

Ab.
ML

95715201 about 5 years ago

Agradeço que corrija.