Diary Entries in Brazilian Portuguese

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StravaTracer: um clique no heatmap cria uma trilha de 3 km

O StravaTracer é um novo plugin do JOSM: clique numa trilha do heatmap do Strava e ele desenha a via que falta.

O que ele faz

  • segue o centro do traço do heatmap, não a borda;
  • se adapta à popularidade da trilha, então trilhas pouco usadas e muito usadas funcionam com o mesmo ajuste;
  • atravessa os trechos picotados das trilhas pouco usadas e baixa mais tiles quando a trilha continua;
  • ignora o que já está mapeado e liga as pontas da via nova às vias existentes;
  • cria uma via só para a trilha clicada; os ramos podem ser clicados um a um.

Tudo é um único comando: Ctrl+Z desfaz.

Como usar

  1. Instale o stravatracer no JOSM: Preferências → Plugins (JOSM 19613 ou mais novo).
  2. Abra a camada do heatmap do Strava. O jeito mais fácil é a extensão de navegador JOSM Strava Heatmap, que configura a URL e os cookies para você.
  3. Ative o modo Strava trace na barra de ferramentas da esquerda e clique numa trilha.

🎬 Vídeo de demonstração

Revise sempre

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O OSM Smart Menu, a extensão de navegador criada pelo jgpacker, tinha parado de funcionar no Chrome atual. Assumi a manutenção, com o apoio dele (ele me transferiu a página no Firefox e o projeto de tradução), e ela está de volta para Chrome e Firefox.

Ela abre o lugar que você está vendo em outros mapas, na mesma posição e zoom, com um clique.

  • Do Google Maps para o OpenStreetMap, satélite recente, fotos de rua ou mapas de ciclismo, trilhas e esqui
  • Para quem mapeia: abre nós, vias, relações, alterações e usuários no iD, Rapid, JOSM, OSMCha, Osmose e outras ferramentas
  • Funciona também em artigos da Wikipédia com coordenadas
  • Ferramentas organizadas por categoria, com busca; dá para adicionar seus próprios links e exportar as configurações

Instalar

Código aberto, sem coleta de dados. Ideias, problemas e sugestões de sites para incluir: https://github.com/erickdeoliveiraleal/osm-smart-menu/issues. As traduções são feitas no Weblate.

Vamos testar, rota a pé, um lugar sem calçadas. Se pode mover as setas(ícones) de destino e início facilmente, para testar. E outras coisas se podem embutir nas ruas e pontes, como ciclovia quando esta está na rua.

Abaixo no local, está uma região sem calçadas, para testar a rota.

Aqui, está uma região com calçadas, e tem mais em volta. osm.org/#map=18/-23.546963/-46.640691 Outra osm.org/#map=18/-23.546609/-46.648813

Location: Vila Aliança, Jardim Bela Vista, Osasco, São Paulo, Região Sudeste, 06060-010, Brasil

aqui está o vídeo mostrando como usar a plataforma de Mapeamento Colaborativo de Bairros com dados derivados do CNEFE / IBGE 2022 no Openstreetmap usando o Editor JOSM.

Link do Vídeo: https://youtu.be/AUJiTgzaXqY


PASSO A PASSO:

🗺️ Mapeamento Colaborativo de Bairros no Openstreetmap usando a ferramenta de Mapeamento com dados derivadas dos dados do CNEFE / IBGE 2022.

Contribua para melhorar o mapa da sua cidade

A plataforma derivada dos dados do CNEFE / IBGE 2022. — Mapeamento Colaborativo de Bairros** permite que a comunidade participe do mapeamento e ajude a organizar informações importantes sobre os bairros das cidades brasileiras.

Você pode escolher uma cidade, selecionar uma área para mapear e utilizar o JOSM (Java OpenStreetMap Editor) para adicionar as informações ao OpenStreetMap.

🌐 Acesse a plataforma:

https://cnefe.mapaslivre.com.br/bairros.php


🚀 Como começar a mapear

1️⃣ Acesse a plataforma derivada dos dados do CNEFE / IBGE 2022.

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Location: Iputinga, Recife, Pernambuco, Região Nordeste, Brasil

Sou um usuário novo, e desde que comecei a editar locais que conheço, acabei não lendo a guia de direitos de autor, onde indica-se que sites como Google não deverão ser usados para preencher informações. Acabei cometendo esse erro, e peço minhas sinceiras desculpas pelos erros que cometi. A partir de agora, estarei usando os sites oficiais do município e os sites oficiais das instituições e prédios que irei adicionar, junto com fotos aéreas e, se eu puder, visitarei esses lugares.

O OSM for Cities é um projeto de distribuição de dados abertos sobre as cidades baseado no OpenStreetMap.

O objetivo é facilitar o acesso e acompanhamento dos dados produzidos pela comunidade do OSM para organizações, grupos locais e profissionais que trabalham com questões urbanas.

A ideia se originou quando trabalhava em projetos de planejamento de transportes, mais ou menos quando conheci o OpenStreetMap, em 2008. Não havia cobertura de dados oficiais de vias e infraestrutura, e sempre era preciso uma fase inicial de coleta de dados, que ao fim do projeto não eram reutilizados.

Hoje em dia a situação é um pouco diferente e muitas grandes cidades produzem e publicam seus dados. Mas mesmo cidades que contam com equipes técnicas focam seus recursos em conjuntos de dados críticos e dificilmente conseguem publicar e manter atualizadas informações sobre mobiliário urbano, cobertura arbórea, iluminação pública e outros elementos específicos que possam ajudar em políticas públicas.

O OSM for Cities pretende ser uma ferramenta para aqueles que trabalham com este tipo de informação, complementando outras ferramentas que já existem no ecossistema do OSM, como o HOT Export Tool.

Um diferencial do projeto é ser possível buscar qualquer cidade do mundo e visualizar seus dados dentro do seu limite administrativo, sem precisar de conhecimento técnico ou preparação dos dados. Basta fazer uma busca pelo nome da área, escolher um template, como paradas de ônibus, escolas, árvores, e a plataforma irá renderizar sobre um mapa.

Ainda é possível baixar estes dados em formato GeoJSON e subscrever-se para receber atualizações por e-mail caso os dados sejam editados.

O projeto é de código aberto e mantido por mim, no meu tempo livre. Obviamente gostaria que o projeto evoluísse para ter apoio para custear sua infraestrutura e o desenvolvimento, mas no momento o foco é validar a sua proposta.

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O Município de Saúde receberá um novo Colégio Estadual de Tempo Integral, este que será construído no perímetro rural da cidade.

O Colégio Modelo Ernesto Carneiro Ribeiro iniciou suas atividades em Saúde em 1902 na Praça Ruy Barbosa, centro da cidade; recebendo uma nova sede no Bairro do Beco em 2008; e agora, ganhará uma nova estrutura próxima do Bairro Nova Saúde.

A estrutura será construída pelo Governo Estadual da Bahia num terreno antes pertencente à prefeitura, agora doado. Ao que se sabe, não há data prevista para o início da construção.

Demais obras no município:

  • Urbanização da Praça da Vila Lelinha; (iniciado)

  • Urbanização e Drenagem no Alto da Santa Cruz;

  • Unidade Básica de Saúde no Bairro do Cardoso;

  • Modernização do Mercado Municipal de Carnes - futuro Mini Shopping;

  • Revitalização do Mercado Municipal;

Location: Baixada Saudense, Pécuaria, Saúde, Bahia, Região Nordeste, 44740-000, Brasil

🌳 Percebendo que havia poucas informações no OpenStreetMap sobre o Parque Evaldo Cruz, em Campina Grande - PB, iniciei há uns meses o micromapeamento da área motivado pela reforma que ocorreu no local, por ser uma área verde que frequento cotidianamente e ser parte do Parque do Povo, onde acontece o Maior São João do Mundo.

Folha de Handroanthus impetiginosus Identificação em campo de Handroanthus impetiginosus (Ipê-roxo-de-bola)

📚 Sou pesquisador da área ambiental então sempre tento mostrar o potencial que o mapeamento para o OpenStreetMap possui. Os resultados abaixo são relacionados às árvores mapeadas e identificadas no local do parque, um trabalho que iniciei faz mais de seis meses e está quase 100% pronto. Quem quiser acompanhar esses e outros mapeamentos, costumo divulgá-los no Instagram - OMapaPB.

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Location: Centro, Campina Grande, Paraíba, Região Nordeste, Brasil

Comecei a contribuir com o OpenStreetMap movido pela curiosidade e pela vontade de ajudar. Aos poucos, percebi que mapear não era apenas desenhar ruas ou ajustar pontos no mapa: era participar de um projeto global que transforma informação em impacto real.

Nos últimos meses, tenho dedicado boa parte do meu tempo ao mapeamento do Vale do Rio Pardo, no Estado da Bahia. É uma região rica, diversa e ainda pouco representada nos mapas digitais. Cada nova via identificada, cada edificação revisada e cada detalhe adicionado ajuda a tornar o território mais visível e acessível para quem depende dessas informações.

Antes disso, concentrei meus esforços na melhoria do mapa de vários municípios do Sul e Sudoeste Baiano. Foram horas revisando imagens, corrigindo traçados, adicionando estradas rurais e atualizando áreas urbanas. Ver essas regiões ganhando mais precisão e completude no OSM é uma sensação de realização difícil de descrever.

Meu trabalho voluntário envolve revisar imagens de satélite, conferir trilhas, ruas e edificações, além de adicionar detalhes que fazem diferença no dia a dia de quem usa o mapa — desde ciclistas procurando rotas seguras até equipes de resposta a emergências que dependem de dados atualizados. Cada edição que faço carrega um pouco da minha atenção e do meu cuidado, porque sei que alguém, em algum lugar, vai se beneficiar daquela informação.

Também aprendi que mapear é um exercício de paciência e responsabilidade. Às vezes passo longos minutos analisando uma área para garantir que estou representando o mundo real com precisão. Outras vezes, descubro lugares que nunca visitei, mas que passam a fazer parte da minha rotina de voluntário.

O mais gratificante é perceber que, mesmo sem sair de casa, posso contribuir para que comunidades inteiras tenham acesso a mapas melhores. O OpenStreetMap me mostrou que colaboração aberta é poderosa: cada pessoa adiciona um pequeno pedaço, e juntos construímos algo muito maior.

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Me mudei a trabalho (vida de bancário) para a cidade de Caracaraí, em Roraima no primeiro semestre de 2025. Cidade pacata.

Já no final do ano, incomodado em ver que mapa da cidade no OpenStreetMap se resumia a ruas desatualizadas, a prefeitura e o hospital, decidi entrar no OSM, nesse último 29 de dezembro.

​É uma cidade amazônica de 20 mil habitantes. ​O resultado dessa primeira semana são mais de 300 changesets tentando tirar a cidade do vazio.

Todos (que eu me lembre) as funções públicas como escolas, postos de saúde, bancos etc estão feitas. E até o momento metade das edificações da cidade já desenhadas (viva o plugin Building Tool).

Sinceramente, não sei a quem vai importar um mapeamento detalhado aqui no meio do nada, mas eu quis fazer assim mesmo.

Location: São José Operário, Caracaraí, Roraima, Região Norte, 69360-000, Brasil

Revisei recentemente áreas da Serra fortemente afetadas pelas chuvas da enchente de 2024. Um trecho da BR-470 na região da Ponte dos Arcos sofreu múltiplos deslizamentos e, 19 meses depois, ainda opera em sistema de comboio (sentido único reversível com escolta), com longas esperas, tornando várias estradas vizinhas rotas alternativas importantes.

Ao refazer o levantamento ali, notei uma quantidade significativa de nova sinalização de advertência, principalmente para risco de desmoronamentos. Como o OsmAnd agora oferece suporte básico à etiqueta hazard, passei a mapear esses riscos quando há placas de advertência no local, pois tendem a permanecer relevantes por muito tempo.

Pensando na utilidade prática para navegação, especialmente à noite e sob chuva, decidi focar o mapeamento de hazard apenas em dois riscos: desmoronamentos ( hazard=landslide, que podem influenciar a escolha da rota quando há chuva intensa) e animais ( hazard=animal_crossing, uma fonte comum de acidentes). Outros riscos sinalizados são frequentes, redundantes ou inferíveis pela geometria da via e tendem mais a poluir avisos de navegação do que a ajudar.

Notei que a RSC-287 ainda tem 5 pequenos desvios não totalmente recuperados, quase todos mal sinalizados e com acidentes fatais recentes, mas não vi novas placas para risco de alagamento ( hazard=flooding ). Por isso, sigo usando apenas flood_prone=yes em vias com histórico recorrente de alagamento após chuva intensa, com base em notícias (infelizmente raramente precisas) e na análise de imagens históricas do Sentinel-2, adotando o critério sugerido no wiki de a via permanecer submersa por mais de 0,1% do tempo (8h por ano, ou 1 dia a cada 3 anos).

Location: Veranópolis, Rio Grande do Sul, Região Sul, Brasil

A cidade de Uberlândia Minas Gerais cresceu muito ultimamente em relação à 11 anos atrás.

Nesses meses estou atualizando o mapa da cidade com novos condomínios, estradas, e etc.

Utilizei dados do mapa da prefeitura para atualizar nomes oficiais de ruas, avenidas, bairros e chácaras. O centro da cidade foi atualizado e corrigido principalmente nos bairros Fundinho, Centro e Nossa Senhora Aparecida. Córregos e o Rio Uberabinha estão corrigidos, os Setores da cidade foram corrigidos e nas próximas atualizações será mais corrigido e o mais detalhado possível!

Att, ricaestevao

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Posted by DressyPear4 on 6 November 2025 in Brazilian Portuguese (Português do Brasil). Last updated on 23 November 2025.

Requisitos

Em locais onde o contraste de cores é bem definido, você pode usar o plugin areaselector para adicionar áreas de forma mais ágil — basta apenas um clique.

O contorno ficará com uma aparência serrilhada, com ângulos de 90°.
O segundo passo é fazer uma suavização usando o plugin Scripting, com o código disponível aqui.

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Posted by loganlidno on 1 November 2025 in Brazilian Portuguese (Português do Brasil). Last updated on 16 October 2026.

Isso falava sobre outro assunto já resolvido, então decidi mudar um pouco. Pode não ser relevante ao OSM mas envolve geografia. Pode ser visto como um desabafo bobo vindo de mim :/

Um problema (menor comparado a oque essa cidade tem de problema) que acho importante destacar sobre a geografia é a falta de atenção e conhecimento dos bairros do município. É mais uma crítica as delimitações de bairro de 2025/26. Antes desses anos só tinha bairro nas regiões central e continental e isoladamente a Tapera da Base. Já gerava um problema que esses 26 bairros eram mais destacados e reconhecidos pela prefeitura. Eles são mal modelados, sim, mas melhor que nada. Agora os 30 bairros desse ano parece ser brincadeira. Tem gente na prefeitura que disse “Bora fazer um bairro gigantesco em área que vai de naufragados até o morro da pedras!” com uma cara séria. Tipo meu. Tu não sabe geografia básica da tua cidade? Ninguém (e eu repito NINGUÉM) iria considerar tudo aquilo Pântano do Sul… Tem Açores, Solidão, Sertão do Ribeirão (nem no distrito certo colocam), Costa de Dentro… E o problema é que várias destas localidades provavelmente vão começar a morrer e serem esquecidas Exemplo: Jardim Castanheiras. Hoje em dia quase ninguém usa mais esse termo. Só falam Campeche. Mais nunca foi e nunca será Campeche. E eu digo isso por que eu já morei lá e os moradores falam Castanheiras. Chamar de Campeche Sul é ok. Afinal, é uma UEP. Agora chamar as Areias do Morro das Pedras de Campeche é um pouco de falta de conhecimento, não..?

E algo que eu me lembro também é que já tinha afetado o OSM isso. Nos changesets osm.org/changeset/103443605 , osm.org/changeset/103503274 , osm.org/changeset/103558979 , e entre outros mais, foram utilizadas limites falsos, não oficiais. Não julgo quem fez, a final, nem a prefeitura sabe seus bairros. Mas dá pra ver que o impacto desse mapa falso aqui já é muito profundo. Se eu pudesse eu obliteraria esse mapa da face da terra.

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Inspirado pelas estatísticas disponíveis em OSMstats, compilei abaixo a lista de todos os países e territórios atualmente monitorados na plataforma.

Cada nome está vinculado à sua respectiva relação administrativa no OpenStreetMap. A lista dessa forma ajudou muito na tarefa de mapear em todos os países e territórios do OpenStreetmap, conforme relatei aqui.

Esta lista pode ser útil para consultas, análises ou scripts que envolvam os limites administrativos, permitindo acesso direto às relações correspondentes.

Vale aqui uma observação. Entre os 260 nomes apenas 216 correspondem ao admin_level=2, o que é considerado de facto o nível de país. Os outros valores que aparecem são admin_level=3 (17 locais), admin_level=4 (14 locais), admin_level=10 (2 locais) , e 11 locais não possuem a chave admin_level.


Lista de Países e Territórios

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Posted by Smarzaro on 29 October 2025 in Brazilian Portuguese (Português do Brasil). Last updated on 30 October 2025.

Há algum tempo estabeleci para mim mesmo um desafio ousado: registrar pelo menos um changeset em cada país/região listada no OpenStreetMap. Eu me baseei na lista oficial do OSMstats, composta por 260 locais ao redor do mundo — e hoje posso dizer que o desafio foi concluído.

O mais interessante dessa jornada foi perceber como o mundo é diverso até no mapa. Em alguns locais, o mapeamento está tão detalhado que foi muito difícil encontrar algo para contribuir. Já em outros… praticamente tudo ainda precisa ser mapeado — sem falar na falta de imagens de boa qualidade para servir de referência.

No fim das contas, foi muito mais do que completar um checklist. Foi uma viagem virtual pelo planeta, enxergando paisagens mapeadas e não mapeadas, contrastes culturais e diferentes níveis de engajamento da comunidade.

E é exatamente isso que torna o OpenStreetMap tão especial. Cada contribuição, por menor que pareça, faz o mundo ficar um pouquinho mais visível.

Agora é pensar no próximo “desafio” 😄 28/10/2025