OpenStreetMap

Diary Entries in Brazilian Portuguese

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Melhorando o OSMCHA

Posted by wille on 20 February 2017 in Brazilian Portuguese (Português do Brasil)

Este mês eu voltei a trabalhar no desenvolvimento do OSMCHA, um projeto que eu havia iniciado em meados de 2015 com o objetivo de ajudar a detectar edições potencialmente danosas no OpenStreetMap.

A minha motivação ao criar o OSMCHA foi a necessidade que eu sentia de ter uma ferramenta melhor para monitorar as edições que aconteciam no OSM. Era comum eu olhar as estatísticas de quantidade de nós criados, deletados e modificados a cada dia no Brasil e ver alguns picos, com uma quantidade anormal de dados sendo adicionados ou apagados em um dia. Isso me deixava curioso para saber onde esses dados foram inseridos... Houve uma importação? Caso sim, qual a origem dos dados? Alguém deletou dados inadvertidamente?

Além disso, volta e meia encontrávamos edições que diziam claramente no comentário que a origem dos dados foi o google maps ou outra fonte inapropriada. Apesar de a informação estar explícita no changeset, muitas vezes só descobríamos isso depois de muito tempo...

Como é praticamente impossível revisar todas as edições, pensei em criar uma ferramenta que apontasse os changesets com maior potencial de criar danos ao mapa e que analisasse os metadados em busca de palavras suspeitas.

Após a apresentação que fiz no SotM Latam 2015 em Santiago do Chile, a equipe de dados da Mapbox se interessou pelo OSMCHA e passou a utilizá-lo em seu dia a dia. Além disso, a equipe da Mapbox desenvolveu muitos novos recursos e agora estou muito feliz em anunciar que a Mapbox está patrocinando meu trabalho nos próximos meses para melhorar o OSMCHA.

Nas últimas duas semanas, nós melhoramos a documentação, escrevemos mais testes, limpamos o código para descartar algumas partes que não estamos utilizando e preparamos o software para receber as melhorias que estamos planejando.

A principal mudança que teremos no OSMCHA será a interface: em vez de a homepage mostrar uma lista de changesets, iremos apresentá-los diretamente sobre um mapa. Temos também algumas ideias para facilitar o monitoramento de áreas de interesse de cada usuário e ferramentas de notificação, tornar a análise mais inteligente, entre outras. Porém, sobretudo, queremos escutar sugestões da comunidade OSM, para que possamos criar algo ainda mais valoroso para vocês. Caso você ainda não tenha utilizado o OSMCHA, teste-o em http://osmcha.mapbox.com/. Deixe seus comentários aqui ou abra um ticket no Github.

Outros posts sobre o OSMCHA:

Inatividade

Posted by GugaMap1248 on 2 February 2017 in Brazilian Portuguese (Português do Brasil)

Olá, nesses tempos não ando muito ativo, mas planejo voltar a editar mais em março, com meu retorno vou fazer crtas coisas em Sombrio, outra hora eu revelo...

Gavião

Posted by Claudielson on 27 January 2017 in Brazilian Portuguese (Português do Brasil)

98% mapeada: faltam os nomes de duas ruas no centro 6 no Chico PInto

Encontro OSM Brasília - Janeiro / 2017

Posted by wille on 24 January 2017 in Brazilian Portuguese (Português do Brasil)

placa

A comunidade OpenStreetMap de Brasília vai se reunir pela primeira vez em 2017! Dessa vez, iremos à região do Jardim Botânico. O ponto de encontro será a padaria Doce Pão, no próximo domingo (29/01) às 16h.

Vamos mapear os pontos de interesse da região, bater um papo e fazer um lanche. Se você nunca mapeou, será uma ótima oportunidade de aprender. Usaremos diversas técnicas como anotações em papel, fotos e aplicativos de celular. Se você já mapeia, vai poder conhecer outros mapeadores e ter um ótimo momento de integração à comunidade.

Também temos um grupo no telegram da comunidade OSM brasiliense: https://t.me/osmbsb.

Location: SMDB Conjunto 21, Lago Sul, Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno, Distrito Federal, Região Centro-Oeste, 70297-400, Brasil

Mapa app

Posted by Marcelo Falcão on 3 January 2017 in Brazilian Portuguese (Português do Brasil)

Alguém sabe me informar se tenho como colocar o mapa em meu aplicativo?

Balanço 2016

Posted by Marcos Medeiros on 3 January 2017 in Brazilian Portuguese (Português do Brasil)

Fazendo um pequeno balanço de 2016 eis o principal:

Comecei fazendo edições para auxiliar um hobby (trilhas na área rural), hoje faço edições, principalmente, visando auxiliar meu trabalho profissional (deslocamentos na área rural).

Comecei utilizando ID web, hoje a maior parte das edições foram feitas no JOSM (54%).

No primeiro ano fiz edições em 242 dias contra 350 em 2016.

Mas o principal acredito que foi o incremento qualitativo das edições, e espero estar sempre melhorando nesse quesito.

E apenas para ilustrar quebrei a barreira dos 15.000 changesets...

Location: Progresso, Ituiutaba, Microrregião Ituiutaba, Mesorregião Triângulo Mineiro/Alto Paranaiba, Minas Gerais, Região Sudeste, 38302-036, Brasil

"O que é o OpenStreetMap?"

Posted by portalaventura on 16 December 2016 in Brazilian Portuguese (Português do Brasil)

Reproduzo um trecho de conversa que tive com um amigo sobre o que é o OpenStreetMap.

Essencialmente, o OpenStreetMap é um banco de dados de elementos geométricos (pontos, segmentos de reta, poligonais e polígonos) georreferenciados e elementos lógicos (relações) que representam elementos do mundo real (estradas, rios, construções, pontos de interesse, etc.). As características desses, são atribuídas àqueles elementos por meio de pares chave=valor. Por exemplo, para representar um rio, se usa uma poligonal para representar seu leito e aplica-se o par waterway=river.

Esse banco de dados é licenciado utilizando a Open Database License (ODbL). Porque essa licença? Bem, é uma licença especifica para banco de dados que garante, às pessoas, as liberdades de usar, modificar e compartilhar o banco de dados desde de que mantenham essas liberdades. Repare nessa condição, ela perpetua as liberdades. Essa é a essência do copyleft! Então, a ODbL é uma licença copyleft. Porque isso é importante? Não existe um mágico que tira da cartola um banco de dados com informações do mundo inteiro com uma licença assim, ele precisa ser construído. E como é construído? De maneira colaborativa, num grande bazar (lembra de “A Catedral e o Bazar”?) à semelhança da Wikipédia e do software livre. E para ser construído colaborativamente, são fundamentais essas liberdades. Para modificar, ou só usá-lo, alguém tem que ter compartilhado com você, e não seria justo, com aqueles que contribuíram com a copia compartilhada, se você pudesse restringir essas liberdades ao compartilhar a cópia que obteve ou suas modificações e, geraria incertezas sobre a perenidade da disponibilidade desse banco de dados. Você usufruiu, as outras pessoas também devem usufruir dessas liberdades.

E de onde veem as informações para esse banco de dados? São coletadas em campo, por exemplo, em placas que informam o nome de ruas (e algumas, também, CEP e numeração de lotes), de tracklogs de sistemas de posicionamento, de imagens de satélite, de ortofotos, de leis, etc. Podem ser obtidas, também, de órgãos públicos, de empresas ou qualquer outra fonte com licença compatível com a ODbL. Por exemplo, a Microsoft disponibiliza imagens de satélite para auxiliar o projeto. É importante ressaltar que não se pode usar informações do GoogleMaps, GoogleEarth, mapas impressos, outras fontes comerciais e qualquer fonte que não explicite sua licença. Mas a informação está ali, porque não copiar? Usando informações com licenças incompatíveis, você restringe as liberdades, e pior, contamina qualquer outra modificação feita sobre essas. Com isso, não está ajudando mas, prejudicando o projeto. E expondo-o a riscos de processos judiciais. Pegue o exemplo do rio. Se você obteve a poligonal sobre uma imagem de satélite do google, essa geometria terá que ser removida. Mas e se outra pessoa já tivesse adicionado o nome desse rio usando o par name=Rio Jacuí? O nome é removido junto com a poligonal.

Pragmaticamente, isso tudo produz informações melhores? Bem, a realidade é dinâmica. Empresas comerciais com desenvolvimento no estilo catedral, dificilmente conseguem acompanhar esse dinamismo. Além disso, não se preocupam com o usuário das informações, ao introduzir erros propositais em seus dados. Já imaginou o efeito, na vida das pessoas, de uma informação errada? Dois nomes de ruas trocados de lugar, propositalmente, podem, por exemplo, atrasar um atendimento de emergência... Não da para responder, simplesmente, com um “sim!” essa pergunta. Onde existem pessoas contribuindo, usando, e mantendo as informações, no mínimo, são mais confiáveis. Além de poderem ser utilizadas onde quiser sem as limitações impostas pelas empresas comerciais.

Vídeos e fotos do State of the Map Latam 2016

Posted by wille on 16 December 2016 in Brazilian Portuguese (Português do Brasil)

foto sotm latam

Quem não participou do State of the Map Latam 2016, já pode conferir os vídeos de todas as palestras realizadas no auditório principal do evento. A playlist com 20 vídeos está disponível no YouTube. Tivemos palestras em Inglês, Espanhol e Português.

Temos também várias fotos já publicadas no Flickr.

Mesclando fotos com trilhas GPX para uso em Mapillary ou OpenStreetCam

Posted by Nighto on 10 December 2016 in Brazilian Portuguese (Português do Brasil)

Introdução

Para registrar fotos e mesclá-las com trilhas GPX, o primeiro passo é garantir que o relógio da câmera e do celular estejam sincronizados. Para câmeras como a GoPro, é necessário realizar essa configuração manualmente; já a Giroptic 360cam acerta o relógio automaticamente, ao sincronizar com um aplicativo de celular.

As trilhas GPX podem ser gravadas com diversos aplicativos; sugiro a utilização do OSMTracker para Android.

Instalação

Você precisará instalar as ferramentas exiftool.

As instruções de instalação a seguir foram feitas em um computador rodando Mac OS X.

Você pode instalar o exiftool usando o brew, um instalador de programas em linha de comando. Caso nunca tenha utilizado esta ferramenta, acesse o site brew.sh e siga as instruções de instalação.

Com o brew instalado, abra seu terminal e entre o comando brew install exiftool

Além disso, você precisará do script interpolate_direction.py do pacote mapillary_tools. Baixe ele através deste link e descompacte-o em um local em seu computador.

Utilização

Primeiro copie as fotos para uma pasta em seu computador. O ideal é que as fotos fiquem dentro de uma subpasta. Por exemplo:

pasta

Agora abra um terminal e entre na pasta em questão.

terminal

Primeiro, vamos executar o exiftool para escrever a posição de cada imagem, baseada na trilha GPX. Para isso, execute:

exiftool -geotag nome-do-arquivo-gpx pasta-das-fotos

Dependendo da quantidade de fotos, esse procedimento pode levar alguns minutos. Aguarde o comando terminal de executar.

Por padrão, o exiftool cria cópias de segurança dos arquivos. Caso nenhum erro apareça no terminal, podemos apagar essas cópias sem problemas. Para isto, execute:

rm pasta-das-fotos/*.JPG_original

terminal2

Com isso todas as fotos tem uma latitude e longitude. Falta ainda o parâmetro bearing, que é a direção para qual a câmera estava apontada. É possível extrair essa informação, através da posição da próxima foto e da foto anterior. Para isso executamos:

python pasta-mapillary-tools/python/interpolate_direction.py pasta-das-fotos

terminal3

Tudo pronto! Agora é só subir as fotos para o servidor. :)

Inserção de dados relacionados a questões de Gênero - Mulheres no OSM

Posted by Camila Mello on 27 November 2016 in Brazilian Portuguese (Português do Brasil)

Olá, pessoal, hoje após a oficina aqui no State of The Map Lab, em São Paulo, as mulheres presentes do evento vão experimentar inserções de dados relacionadas a questões de gênero na América Latina... Hoje começo a navegar e mergulhar na comunidade! Feliz demais por encontrar essa comunidade!! AhÔ! #OSMintegra Camila Mello - São Paulo

"O que é o OSM" e "Como funciona" (PDF apresentação/presentation)

Posted by smaprs on 27 November 2016 in Brazilian Portuguese (Português do Brasil)

Olá,
por sugestão da comunidade OSM-BR, apresento aqui para toda a comunidade OSM em língua portuguesa o PDF que fiz para apresentação sobre "O que é o OSM" e "Como funciona".
Fiquem à vontade para usá-lo, se lhes for útil para alguma apresentação, divulgação, etc.
O uso em PDF é útil por permitir o acesso direto aos links explicativos durante uma apresentação.

PDF: https://wiki.openstreetmap.org/wiki/File:PALESTRA_OSM_2016.pdf

DOCX original: https://www.dropbox.com/s/cot3xd2vq6dnu4h/PALESTRA%20OSM%202016.docx?dl=0

(Livre para usar, fazer download, adaptar, distribuir)

Divulgando Openstreetmap

Posted by Tomio on 25 November 2016 in Brazilian Portuguese (Português do Brasil)

Sempre que a oportunidade é dada, tenho feito a divulgação do Openstreetmap.
Demonstrando as vantagens, benefícios, oportunidades, potencialidades, entre outras coisas, de contribuir com informações neste Projeto mundial.
Há dois anos atrás, estive com Inspetores do CREA da nossa cidade, fazendo uma apresentação:

Editei alguns pontos que achei importante no Bairro Jardim Fernanda em Capinas.

Posted by Carlos Alberto Figueredo on 25 November 2016 in Brazilian Portuguese (Português do Brasil)

Editei alguns pontos que achei importante no Bairro Jardim Fernanda em Campinas. Logo que puder tentarei postar e editar mais para contribuir com a comunidade. Adicionei posto de saúde;mercado rotatória em frente ao bairro. espero ter ajudado pois sou novo na comunidade , se pósivel mandem algumas dicas de como usar melhor o Map e outros aplicativos para edição. Obrigado.

Mapeamento Colaborativo

Posted by Luiza de Oliveira on 8 November 2016 in Brazilian Portuguese (Português do Brasil)

Oi, Boa Tarde!

Meu nome é Luiza de Oliveira, moro na Serra, mais especificamente em Jacaraípe. Sou bolsista da FAPES em uma iniciação Cientifica de mapeamento colaborativo. Hoje fizemos algumas atividades especificas para aprendermos um pouco mais sobre mapeamento, algumas dessas atividades incluíram o mapeamento de nossa escola, que possibilitou uma melhor forma de ver de perto tudo aquilo que deixamos "passar batido" pelo dia-a-dia. Também vimos o inicio do filme "Caramuru" que nos fez refletir sobre formas de antigas de mapa, e como esses mapas eram feitos, suas diferenças comparados aos mapas da atualidade.

Esse foi um pouco de nosso encontro de hoje!

Diário de Mapeamento Colaborativo 08/11/2016

Posted by Emanuel Martins Dos Santos on 8 November 2016 in Brazilian Portuguese (Português do Brasil)

Olá! Somos Emanuel e Sarah, estamos em um projeto que trabalha com Mapeamento Colaborativo em união com a Fapes, Ufes e E.E.E.F.M Jacaraípe. No dia de hoje 08/11/2016 iniciamos mais uma reunião no horário de 14:00 hrs, debatendo o filme: "Caramuru" tradando de um homem (Diogo) que era um pintor que foi contratado para ilustrar um mapa, com isso debatemos com base nesse filme, sobre como eram ilustrados os mapas naquela época (1500), e esse assunto abriram muitos outros temas sobre mapas, continuando o debate chegamos a fazer um mapeamento da escola, trazendo outros questionamentos sobre mapas e as suas influências.

Diário de Mapeamento Colaborativo - 08/11/2016

Posted by Vitor Sérgio on 8 November 2016 in Brazilian Portuguese (Português do Brasil)

Oi, Boa Tarde!

Meu nome é Vitor Sérgio, moro na Serra, mais especificamente em Jacaraípe. Sou bolsista da FAPES em uma iniciação Cientifica de mapeamento colaborativo. Hoje fizemos algumas atividades especificas para aprendermos um pouco mais sobre mapeamento, algumas dessas atividades incluíram o mapeamento de nossa escola, que possibilitou uma melhor forma de ver de perto tudo aquilo que deixamos "passar batido" pelo dia-a-dia. Também vimos o inicio do filme "Caramuru" que nos fez refletir sobre formas de antigas de mapa, e como esses mapas eram feitos, suas diferenças comparados aos mapas da atualidade.

Esse foi um pouco de nosso encontro de hoje!

Prefixos de táxi de Porto Alegre/RS

Posted by portalaventura on 18 October 2016 in Brazilian Portuguese (Português do Brasil)

Foi solicitado à EPTC, por meio do e-mail eptc@eptc.prefpoa.com.br, uma lista com os números dos prefixos lotados em cada um dos pontos fixos de táxis da cidade de Porto Alegre/RS. Em resposta ao e-mail, a EPTC forneceu um arquivo no formato PDF contendo duas colunas. A primeira delas, contem o nome do ponto fixo, a segunda, informa o prefixo do táxi lotado no ponto.

Solicitei à EPTC um arquivo num formato livre, estruturado e legível por máquina. Curiosamente, e em desconformidade com a lei de acesso a informação, respondeu que o formato disponível é em pdf. Diante disso, vou explicar como manipulei esse arquivo em PDF para deixar estruturado da maneira mais conveniente para mim.

Quero um arquivo em formato texto onde cada linha contem informações sobre um ponto fixo da seguinte forma:

nome-do-ponto:quantidade-de-prefixos-no-ponto:prefixo1;prefixo2;prefixo3

Onde o delimitador é :, o primeiro campo é o nome do ponto fixo, o segundo é a quantidade de prefixos no ponto e o terceiro campo são os prefixos lotados no ponto separados pelo delimitador ;. Reparem que a quantidade de prefixos em cada ponto não consta no arquivo original, e será obtida contando, com o awk, os prefixos em cada ponto.

O primeiro passo é converter o arquivo do formato PDF para txt. Utilizei a ferramenta pdftotext disponível no pacote poppler, em um sistema baseado em Arch (uso Parabola GNU Linux-libre) ou no pacote poppler-utils, em um sistema baseado em Debian:

pdftotext PrefixosPorPontos.pdf PrefixosPorPontos.pdf.txt

O resultado é um arquivo com as colunas do arquivo original intercaladas, ora os nomes dos pontos, ora os prefixos. Por isso usamos o sed para separa-las.

Como os prefixos são números de 4 dígitos usamos a expressão regular ^[0-9]\{4\}$ para selecionar as linhas que começam e terminam com numeros de 4 dígitos e o > para grava-las no arquivo PrefixosPorPontos.pdf.txt.prefixos:

sed '/^[0-9]\{4\}$/!d;/^$/d' < PrefixosPorPontos.pdf.txt > PrefixosPorPontos.pdf.txt.prefixos

Como curiosidade, podemos saber quantos prefixos existem em Porto Alegre/RS, usando o wc -l:

wc -l < PrefixosPorPontos.pdf.txt.prefixos

São 2685 táxis lotados em pontos fixos.

Para gerar um arquivo com os nomes dos pontos fixos selecionamos as linhas que NÃO começam e terminam com números de 4 dígitos e removemos as linhas em branco e que começam e terminam com as strings "Prefixo", "Ponto" e "LISTAGEM DE PONTOS FIXOS E PREFIXOS DE TÁXI". Salvamos o resultado no arquivo PrefixosPorPontos.pdf.txt.pontos:

sed '/^[0-9]\{4\}$/d;/^$/d;/^Ponto$/d;/^Prefixo$/d;/^LISTAGEM DE PONTOS FIXOS E PREFIXOS DE TÁXI$/d' < PrefixosPorPontos.pdf.txt > PrefixosPorPontos.pdf.txt.pontos

Como curiosidade, podemos saber quantos pontos fixos de táxi existem em Porto Alegre/RS, usando o wc -l combinado com o uniq:

uniq < PrefixosPorPontos.pdf.txt.pontos | wc -l

São 156 pontos fixos.

Com esses dois arquivos usamos o paste para gerar um arquivo de duas colunas delimitadas por ::

paste -d':' PrefixosPorPontos.pdf.txt.pontos PrefixosPorPontos.pdf.txt.prefixos | sort > PrefixosPorPontos.txt

Reparem que foi usado o sort para ordenar o arquivo PrefixosPorPontos.txt, que possui duas colunas, onde cada linha é da seguinte forma:

nome-do-ponto:prefixo

Assim, calculamos, usando o awk, quantos prefixos possuem cada ponto:

awk -F":" '{ a[$1]++; } END { for (i in a) print i, a[i]; }' OFS=: PrefixosPorPontos.txt | sort > PrefixosPorPontos.txt.quantidade

O arquivo PrefixosPorPontos.txt.quantidade possui duas colunas, separadas pelo delimitador :, onde cada linha é da seguinte forma:

nome-do-ponto:quantidade-de-prefixos-no-ponto

Podemos confirmar se o camando anterior contou corretamente, somando todos os valores da segunda coluna do arquivo PrefixosPorPontos.txt.quantidade, usando:

awk -F":" '{ x+=$2 } END { print x }' PrefixosPorPontos.txt.quantidade

ou, usando

cut -d':' -f2 PrefixosPorPontos.txt.quantidade | paste -sd'+' - | bc

O que resulta em 2685.

Agora concatenamos os prefixos de táxi do arquivo PrefixosPorPontos.txt:

awk -F":" '{ a[$1]=a[$1]?a[$1]";"$2:$2; } END { for (i in a) print i, a[i]; }' OFS=: PrefixosPorPontos.txt | sort > PrefixosPorPontos.txt.concatenado

Obtendo o arquivo PrefixosPorPontos.txt.concatenado onde cada linha terá a seguinte estrutura:

nome-do-ponto:prefixo1;prefixo2;prefixo3

Agora usamos o cut para gerarmos uma lista dos prefixos de táxi concatenados:

cut -d":" -f2 PrefixosPorPontos.txt.concatenado > PrefixosPorPontos.txt.concatenado.sem.ponto

Por fim, usamos novamente o paste para gerar um arquivo texto PrefixosPorPontos.txt.quantidade.concatenado estruturado da forma pretendida:

paste -d":" PrefixosPorPontos.txt.quantidade PrefixosPorPontos.txt.concatenado.sem.ponto > PrefixosPorPontos.txt.quantidade.concatenado

Então, temos um arquivo texto com três colunas, separadas por :, onde a primeira contem o nome do ponto fixo de táxis, a segunda tem a quantidade de táxis lotados no ponto, e a terceira, os prefixos dos táxis lotados no ponto separados por ;.

O próximo passo é adicionar a quantidade e os prefixos lotados em cada ponto fixo de táxis da cidade de Porto Alegre/RS usando:

capacity=*

taxi:prefix=*

taxi:colour=red or white

description:payment=A tarifa é calculada assim: tarifa = 5,18 + (2,59 na bandeira I ou 3,36 na bandeira II) x distancia percorrida (km) + 18,31 x tempo parado (h).

Location: Centro Histórico, Sede, Porto Alegre, Microrregião de Porto Alegre, Região Metropolitana de Porto Alegre, Mesorregião Metropolitana de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Região Sul, Brasil

Almoço OSM Brasília - Setembro/2016

Posted by wille on 28 September 2016 in Brazilian Portuguese (Português do Brasil)

Almoço OSM BSB

Em Brasília, aproveitamos todas as oportunidades para nos reunirmos e batermos um papo sobre o OSM. Dessa vez, recebemos a visita de Narcélio, que veio do Ceará, e nos encontramos para almoçar!

Importação edificações de Massaranduba / SC / Brasil

Posted by Tomio on 16 September 2016 in Brazilian Portuguese (Português do Brasil)

A colaboração da Prefeitura de Massaranduba / SC / Brasil em fornecer um arquivo .shp contendo as edificações da sua base de dados, permitiu a importação destas para o Openstreetmap.
A metodologia utilizada foi a descrita pelo user "smaprs" na importação realizada no Rio Grande do Sul, incluindo a sua valiosa ajuda:
http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Porto_Alegre,_Rio_Grande_do_Sul/Importa%C3%A7%C3%A3o_PMPA

Em resumo, os trabalhos realizados:
1. Abertura do arquivo .shp no QGis e salvo na projeção WGS84.
2. Edição na tabela de atributos do QGis, simplificando as edificações para as categorias de buildings do OSM:
- apartments, house, residencial, commercial, industrial, public, church, farm, roof, yes
Algumas considerações efetuadas nas classes de edificações / buildings:
- Rural=farm, Telheiro=roof, Religioso=church, Serviço Público=public
O resultado na tabela de atributos QGis foi uma única coluna com o nome do campo como "building" e linhas com as categorias de edificações, no total de 3395 unidades.
3. Importação do arquivo .shp no JOSM através do plug in "Open Data" e salvamento como .osm
4. Ativada a camada Bing e analisado comparativamente o alinhamento das edificações com a imagem satelital.
5. Realização da validação dos dados e a correção de objetos com erros ou conflito (edificações a serem importadas).
6. Realização de download dos dados do OSM, de toda a área do município.
7. Validação dos dados e resolução dos erros e conflitos, especialmente naqueles ocorridos pela duplicidade de dados das edificações existentes no OSM com as edificações a serem importadas.
8. Importação (Upload) dos dados para o Openstreetmap.

Próximo passo será inserir o número de porta das edificações. Esta etapa demandará muito mais tempo, por necessitar a edição individual de cada construção.

Em tempo: no QGis, as categorias de edificações na Tabela de Atributos foram renomeadas com a Calculadora de Campo/String/replace e o nome do campo foi renomeado com auxílio do plug in "Table Manager".

Acesso a Informação em Jaraguá do Sul / SC / Brasil

Posted by Tomio on 15 September 2016 in Brazilian Portuguese (Português do Brasil)

O México abriu seus dados cartográficos para o Openstreemap:
http://mundogeo.com/blog/2014/12/11/mexico-abre-dados-cartograficos-e-beneficia-comunidade-openstreetmap/

O Governo Italiano autorizou o uso de dados oficiais no Openstreetmap:
http://mundogeo.com/blog/2010/05/18/governo-italiano-autoriza-uso-de-dados-oficiais-para-atualizacoes-do-openstreetmap/

O Brasil aprovou a Lei de Acesso a Informações / LAI (Lei Federal n.12527/2011).

A realidade no nosso país, é que muitos órgãos públicos mantém seus dados trancados ou dificultam o acesso. Trata-se de uma atitude lamentável, porque estes dados foram obtidos ou elaborados com o auxilio de recursos públicos. Sendo assim, são de propriedade da população que os custeou.

Ano passado, conseguimos a edição de Decreto Municipal liberando as informações municipais do município de Jaraguá do Sul, para uso no Openstreetmap.

Gostaríamos que este ato possa inspirar outros órgãos administrativos e públicos a também liberarem suas informações ao Openstreetmap, em benefício da sociedade brasileira: